Dança dos Orixás Jerry D'oxossi

Dança dos Orixás Jerry D'oxossi

sexta-feira, 15 de maio de 2015

73- POR QUE MUITOS MÉDIUNS FRACASSAM EM SUA MISSÃO MEDIUNICA?




"Quando Jesus enunciava que "muito se pedirá àquele a quem muito se houver dado e maiores con­tas serão tomadas àqueles a quem mais coisas se haja confia­do", (Lucas, 12: 47,48), provavelmente o seu augusto pensa­mento referia-se também ao exercício da mediunidade. Sem dúvida, o médium natural, o intuitivo puro, que já possui o tesouro espiritual da intuição angélica, é aquele que mais recebe por mérito de sua maturidade e a "quem muito se pedirá". Mas ao médium de prova, embora seja pobre espiri­tualmente, "maiores contas lhe serão tomadas", pois também "mais coisas lhe são conferidas" no serviço mediúnico, para ressarcir os seus pecados pregressos.
 Mas não é propriamente a posse prematura da faculda­de mediúnica o motivo responsável pelo fracasso muito comum de alguns médiuns em prova na matéria. Isso é mais conseqüente de sua imperfeição ou contradição espiritual, pois o médium, em geral, é espírito que decaiu das posições privilegiadas do passado, sendo ainda muito apegado à sua personalidade humana transitória. Deste modo, ele subesti­ma a transcendência dos fenômenos que se processam por seu intermédio e os considera mais como produto exclusivo de sua vontade e capacidade mental.
Embora muitos médiuns sejam inteligentes e mental­mente desenvolvidos, o orgulho, a vaidade, a ambição, a pre­potência, a cupidez ou a leviandade ainda os fazem tombar de seus pedestais frágeis, porque se crêem magos excepcio­nais ou indivíduos de poderes extraordinários para a produ­ção de fenômenos extemporâneos ou revelações incomuns. A Terra ainda é pródiga de magos de feira, curandeiros merce­nários ou iniciados sentenciosos que, através de rituais extra­vagantes, atraem e exploram as multidões ignorantes. São verdadeiros "camelôs" da espiritualidade que, beneficiados pela graça mediúnica concedida pelos espíritos benfeitores, exploram-na sob o disfarce da magia ou dos poderes esotéricos, mas sempre evitando a disciplina do Espiritismo que, sem dúvida, lhes exigiria conduta ilibada e o absoluto desin­teresse no trato das coisas espirituais.
Entretanto, chega o momento em que eles são atingidos em cheio pela Lei Sideral, que lhes estanca a exploração do veio aurífero da mediunidade a serviço do comércio indigno e dos interesses pessoais. E assim terminam os seus dias sob terrível humilhação espiritual e sofrendo as agruras do mau emprego dos favores concedidos pelo Alto.
        ......
A mediu­nidade, realmente, é um desses talentos que os gênios do Bem concedem aos espíritos endividados e que necessitam urgente de sua própria reabilitação espiritual. No entanto, ela pode desaparecer a qualquer momento, desde que o seu portador a conspurque na Terra para satisfazer sua vaidade ou obter proventos ilícitos. A nenhum médium é facultado servir-se da mediunidade para o seu uso exclusivo ou aproveitamento egocêntrico, nem expô-la em público na feição de tabu de negócios. É também um dos talentos concedidos por Deus a seus filhos, tal como ensinou Jesus na sua parábola de admi­rável ensinamento espiritual (Mateus, 25: 14-30).
......
Os valores legítimos da faculdade mediúnica, quando são desenvolvidos e praticados com o Cristo, não produzem as quedas e as humilhações que aba­lam a vida tumultuosa dos médiuns imprudentes.O médium, como instrumento fiel da vontade do Senhor, revelada no mundo de formas, elabora um dos pio­res destinos para o futuro quando, pela sua negligência ou má-fé, subverte o programa espiritual que prometeu divul­gar à superfície da Terra. Há sempre atenuante para aquele que peca por ignorância, mas é indigno da tolerância quem o faz deliberadamente, depois de haver-se comprometido para a efetivação de um serviço que diz respeito ao bem de muitas outras criaturas."

Ramatis
Livro Mediunismo, Ramatis  
 

 

72- MEDIUNIDADE NATURAL E MEDIUNIDADE DE PROVA


 



"Os espíritos que já atingiram um alto nível moral e que, portanto, integraram-se à vida psíquica superior, quando encarnados são mais sensíveis aos fenôme­nos do mundo oculto, embora isto não aconteça de modo ostensivo, mas apenas através da intuição pura. A sua facul­dade mediúnica, então, é o sagrado corolário do seu próprio aprimoramento espiritual, em vez de uma "concessão" extemporânea. Eles transformam-se em centros receptivos das manifestações incomuns que transcendem os sentidos físicos. Sua alta sensibilidade, fruto de avançado grau espi­ritual, afina-se incessantemente com os valores psíquicos do melhor quilate, facultando-lhes não só o conhecimento ins­tantâneo dos acontecimentos presentes, como ainda as reve­lações mais importantes do futuro. O abençoado dom da Intuição Pura, e que em alto grau o possuíam Antúlio, Her­mes, Rama, Krishna, Pitágoras, Buda, Ramacrisna e Jesus, além de outros seres que passaram anonimamente pelo mundo terreno, foi a faculdade iniciática que serviu para esses grandes espíritos liderarem as transformações admirá­veis do espírito do homem. Eles tanto aferiram os fenômenos imediatos do mundo invisível, como ainda descortina­vam amplamente a síntese dos acontecimentos futuros mais importantes, da Terra.

desenho Buda, Jesus e Krishna
Pitágoras

Há grande diferença entre o médium cuja faculdade é aquisição natural, decorrente de sua maturidade espiritual, e o médium de "prova", que é agraciado imaturamente com a faculdade mediúnica destinada a proporcionar-lhe o resga­te de suas próprias dívidas cármicas. Através de processos magnéticos, que ainda vos são desconhecidos, os técnicos do Astral hipersensibilizam o perispírito daqueles que precisam encarnar-se com a obrigação de trabalhar, pelo serviço da mediunidade, a favor do próximo, e também empreender a sua própria recuperação espiritual.
No Além existem departamentos técnicos especializa­dos, que ajudam os espíritos a acelerar determinados cen­tros energéticos e vitais do seu perispírito, despertando-lhes provisoriamente a sensibilidade psíquica para a maior receptividade dos fenômenos do mundo oculto, enquanto se encontram encarnados. Esse é o mandato mediúnico ou a transitória faculdade concedida a título de "empréstimo" pelo Banco Divino. Mas é também a arma de dois gumes, que exige severa postura moral no mundo, pois ela tanto situa o seu portador em contato com os espíritos benfeitores como também o coloca facilmente na faixa vibratória som­bria das entidades do astral inferior.

Embora a faculdade mediúnica pareça a alguns um pri­vilégio extemporâneo, contrariando o conceito de Justiça e Sabedoria de Deus, essa "concessão" prematura ao espírito faltoso implica justamente em sua maior responsabilidade e trabalho laborioso espiritual. Não é, pois, a graça "fora de tempo", que exime a alma de preocupações e dos obstáculos futuros na sua evolução espiritual; é somente o "emprésti­mo" que lhe permite ressarcir-se de suas tolices e inânias cometidas no passado, compensando o tempo perdido com um serviço extraordinário. Os Mentores Siderais, apiedados dos espíritos demasiadamente onerados em seu fardo cármi­co para o futuro, lhes oferecem assim a oportunidade do reajuste mais breve para alcançarem a ventura mais cedo.

Então o médium é o espírito que renasce na matéria já comprometido com a obrigação de exercer um trabalho constante a favor da idéia da imortalidade da alma, inclusi­ve o dever de melhorar a sua própria graduação espiritual. Embora seja agraciado prematuramente com um sentido psíquico mais avançado e ao qual ainda não fazia jus, o médium sinceramente devotado à sua definitiva recuperação espiritual no serviço sacrificial mediúnico poderá transfor­mar em uma faculdade "natural" aquilo que lhe era somen­te uma faculdade de "prova". Evidentemente, isso é difícil, mas não impossível, pois alguns raros médiuns lograram alcançar a graça da faculdade mediúnica natural, pela graça da faculdade de prova.

Malgrado a mediunidade fenomênica impressione pro­fundamente os sentidos físicos dos encarnados, na profundi­dade da estrutura espiritual do médium de "prova" quase sempre ainda não se consolidam o caráter moral superior, a renúncia angélica, o desapego às ilusões da vida física ou a capacidade heróica para o cumprimento do mandato reden­tor. Ele é apenas o instrumento convocado para o serviço compulsório de favorecimento ao próximo ou o transmissor da realidade imortal; mas acima de tudo é o devedor interes­sado em reduzir o seu débito cármico para com o planeta que o serviu desinteressadamente.
 .....
Quando distinguimos o médium natural do médium de prova, desejamos apenas destacar aquele que é um instru­mento espontâneo e superior da realidade espiritual, daque­le que renasce na Terra onerado por uma obrigação de ordem cármica." 
Ramatis

  Ramatis, Livro Mediunismo.


71- MEDIUNIDADE DE CURA ? QUAL MELHOR LUGAR PARA SE CURAR ? A MESA ESPÍRITA OU O TERREIRO UMBANDISTA?


  SOBRE A MEDIUNIDADE DE CURA:



          "Resgatai o Universalismo Crístico que existe na Espiritualidade e não vos deixeis levar pelas incompreensões geradas, muitas vezes, pela ausência de conhecimento ou pelo excesso do saber, que esvaziam ou preenchem demasiadamente a casa mental, obnubilando-a.
         Quando falardes em mediunidade de cura, deveis alargar os horizontes: das benzedeiras do interior do país aos pretos velhos "incorporados" nas tendas umbandistas; dos curadores com galhos de arruda em humildes choupanas da periferia de vossa cidade às mesas espíritas dos centros tradicionais; dos banhos domésticos de descarrego com ervas maceradas aos templos rosa-cruzes bem situados; das simpatias das vovós analfabetas às diversas igrejas decoradas com suntuosidade; das pajelanças dos silvícolas nas matas aos consultórios dos terapeutas holísticos; das rezadeiras choramingonas às lojas teosóficas. Todos, onde quer que prepondere o amor, inevitavelmente serão instrumentos, locais e motivos de trabalho dos bons espíritos para a cura dos terrícolas.
         Assim procedia o Cristo-Jesus, curando entre o povo, no meio dos ignorantes e dos excluídos das religiões e das crenças estabelecidas de outrora, quando o infinito amor por vós era o elemento principal da amálgama curativa que se formava no Plano Astral. Espírito libertário, de escol, liberava as consciências, não se preocupando com a procedência de cada personalidade que o procurava; investia contra as intolerâncias dos homens, praticando a mais pura caridade em nome do Pai."
Ramatís

Nota da autora do blog: " PARA CADA DOENÇA, UM TIPO DE TRATAMENTO".
REZADEIRA
 
BENZEDEIRA

PASSE COM GALHO DE ARRUDA DE UM PRETO VELHO UMBANDA
 
PASSE MAGNÉTICO CENTRO ESPÍRITA
 


70- ELEMENTAIS DA NATUREZA, FORMAS-PENSAMENTO ELEMENTARES E ESPIRITOS DA NATUREZA OU ELEMENTAIS.

ELEMENTOS = TERRA, ÁGUA, FOGO e AR;  E SEUS SERES ELEMENTAIS (= ESPÍRITOS DA NATUREZA)
VEJAMOS OS SIGNIFICADOS, NOMENCLATURAS E DISTINÇÕES:



1- Os Elementais ou Energias Elementais - às vezes chamados de Elementais da Natureza - são energias primárias que sustentam toda a natureza. Não possuem forma nem, obviamente, individuação; apresentam-se em quatro modalidades ou faixas vibratórias, cada uma sintonizada com um dos quatro elementos: terra, água, fogo e ar. Como já abordado em outro livro (1) , o corpo físico do homem, à semelhança da terra, do ar, do fogo e da água, é instrumento participe da orquestra que toca a sinfonia cósmica. Essas formas energéticas, Elementais da Natureza, encontram-se também em vós por um mecanismo de semelhança. Muitas vezes, o homem desequilibrado dessas energias em suas polaridades vê-se diante de inusitadas situações, no mais das vezes adoecendo seriamente. Os magos de antigamente manipulavam com destreza essas energias primárias ligadas à natureza, propiciando a cura junto aos locais vibratórios adequados, quais sejam as cachoeiras, matas, praias ou pedreiras. Com a movimentação dos Elementais, junto a esses recantos, conseguiam o reequilíbrio necessário, polarizando as cargas magnéticas despolarizadas.


 2- A segunda realidade são as Formas-pensamentos Elementares, produtos da mente humana e compostos de substância astro-mental. As de baixo teor constituem a pior forma de poluição psíquica do planeta. Pairam à vossa volta, densas e deletérias, como decorrência das emanações mentais de baixa condição moral de grande parte dos terrícolas. Essas formas, por similaridade magnética e vibratória, têm as características de um dos quatro elementos da natureza, porque originalmente todos os encarnados têm em sua constituição energética do complexo físico, etérico e astral correspondência vibracional com as energias da natureza que os abrigam em seu "habitat" no orbe; do ar, da terra, do fogo e da água. Quando da constituição da Forma-pensamento no Éter, o próprio magnetismo planetário encarrega-se de atraí-las, por um forte mecanismo de imantação, aos sítios vibracionais correspondentes ao elemento energético que preponderava no corpo somático quando das emissões mentais, e que se encontra na natureza materializada ou manifesta na dimensão física. Naturalmente ocorre a desintegração desses morbos psíquicos continuamente emanados pelas mentes doentias dos encarnados. Sendo assim, é por isso que vós tendes uma sensação de leveza após um período de refazimento junto à matas, cachoeiras, praias ou após uma caminhada num parque em dia ensolarado.
         Essas Formas-pensamentos foram erroneamente confundidas pelos videntes alquimistas da Idade Média com os espíritos que estagiam nos quatro sítios vibratórios da natureza terrícola, descritos na antiga Cabala hebraica (salamandras, silfos, gnomos e ondinas), interpretação equivocada que persiste até os dias de hoje.
         Os magos negros e feiticeiros movimentam para o mal a fim de causar doenças e desequilíbrios, por meio de rituais próprios, essas Formas-pensamentos Elementares eterizadas, que vagueiam no Plano Astral e que deveriam se desintegrar nos recantos vibracionais e energéticos da natureza _ ígneos, eólicos, telúricos e hídricos (dos elementos fogo, ar, terra e água). Agem pela manipulação mental, imantando-as na auras e centros de energias (chacras) daqueles que pretendem atingir. A invocação dessas Formas-pensamentos Elementares é perigosa no que se refere aos arcanos mágicos da natureza, podendo causar sérios danos aos incautos e maldosos de coração que assim procedem. Esses médiuns magistas, denominados macumbeiros e conhecidos pelos despachos que "tudo resolvem", regiamente remunerados, vinculam-se a entidades desencarnadas de baixo escalão vibratório e moral, vampirizadoras, criando sérios comprometimentos cármicos de que, em muitos casos, somente muitas encarnações depois vão desvencilhar-se. Não têm absolutamente nenhuma relação com a Umbanda, muito menos com seu principio hermético e Aumbandhã.
 
MAGO MANIPULANDO ENERGIAS E PENSAMENTOS
 
FORMAS-PENSAMENTO DELETÉRIOS
 
LARVAS ASTRAIS OU FORMAS PENSAMENTO DE BAIXA VIBRAÇÃO
  3- A terceira realidade é a dos Espíritos da Natureza, às vezes simplesmente denominados Elementais, o que tem dado margem a equívocos. Constituem um reino de entidades ainda não-humanas. São vinculados a determinados campos magnéticos e vibratórios, semelhantes em freqüência aos Elementais do fogo, do ar, da terra e da água. São as salamandras, silfos, gnomos ou duendes e ondinas. Esses Espíritos da Natureza estagiam nesses sítios vibracionais do Astral à "espera" de um corpo hominal. São servidores dos reinos da natureza. Encarnarão inicialmente em planetas mais atrasados, algo inóspitos, mas semelhantes às vibrações desses"Elementais". Esses irmãos não possuem a natureza setenária dos homens, não tendo ainda os corpos mental inferior e superior despertos, não possuindo, por isso, livre-arbítrio, discernimento e consciência moral. São capazes de sensação e visão. Potencializam as formas de pensamento, emoções e sentimentos dos seres humanos, ampliando-os. Se as emissões de pensamentos do médium magista que os invoca forem de ódio, desastre e destruição, direcionando-os contra outro ser humano, multiplicar-se-ão sobremaneira as forças movimentadas para o mal, pois eles são eficientes manipuladores das energias da natureza. Refletem as ações dos homens a que se vinculam, pois, sendo amorais, são indefiníveis do ponto de vista do bem ou do mal, tendo uma conduta semelhante a um animal doméstico; um cão pode ser dócil ou feroz, condição que reflete, na maioria das vezes, o estado psicológico do homem que o criou.
         Determinados sons, cores e invocações, aliados à força mental do pensamento do médium magista ou mago que tem a assistência dos bons espíritos, despertam a sensibilidade desses Espíritos da Natureza para o bem e para a cura, associados aos fluidos ectoplásmicos exsudados, repercutem no Plano Astral, que é de grande plasticidade em relação ao impulso mental, levando a uma materialização fluídica invisível a vós. Essas exteriorizações ritualísticas se fazem necessárias como ferramentas de apoio para a formação da egrégora requerida a essas manipulações. A música eleva ou diminui a freqüência cerebral e as descargas eletromagnéticas, aumentando ou diminuindo o número de sinapses nervosas. Os mantras, os cânticos sagrados, eram muito utilizados na Atlântida, na Índia e no Egito antigo, proporcionando, quando repetidamente utilizados, profunda inspiração devocional e facilitando a concentração. Na Umbanda, a formação da egrégora e a canalização das emoções do corpo mediúnico são realizadas por meio dos cânticos, apurando as vibrações, reequilibrando a mente com o corpo e facilitando a sintonia com os guias e protetores.
As oferendas de coisas materiais junto à natureza seguem o princípio de que essas ofertas sejam compostas das energias primárias dos quatro elementos, exatamente as que estão faltando aos médiuns. A idéia é restituir-se à natureza aquilo de que se está precisando para refazimento, para recomposição do equilíbrio do equipamento mediúnico, e assim mantendo respeitosamente a harmonia da natureza doadora (2). Claro está que a simples presença junto da natureza já seria suficiente para tonificar o homem no seu complexo etérico-astral. Na verdade, são um mecanismo de auxílio válido, que serve de apoio exterior para um intercâmbio "magístico" com os elementais, tornando-o mais efetivo. Obviamente prepondera a força mental invocativa que se forma na egrégora coletiva, que tem a assistência amorosa dos bons espíritos, caboclos e pretos velhos. Mas nenhum espírito elevado, mentor caridoso, precisa de oferendas materiais. A melhor oferta sempre foram os bons sentimentos e o amor ao próximo (3).
São práticas espúrias, ignorantes e menores as oferendas junto à natureza? Ou será o puro mentalismo a solução para todos os males? Quantos de vós conseguireis ser todo o tempo "mental"? Não é pelo fato de o orbe terrícola estar mudando de pré-escola para o ensino primário que deveis ridicularizar o que não compreendeis em sua plenitude. Malgrado as opiniões contrárias, a magia sempre existiu e continuará existindo no Cosmo. Uma mera oração sonorizada caracteriza um instrumento ritualístico que vos leva a uma manipulação energética, qual médium magista junto aos recantos da natureza. Não esqueçais que as energias ígneas, eólicas, telúricas e hídricas estão em vós, e não desprezeis as práticas ligadas à natureza, de que sois muito necessitados para o perfeito fluxo energético entre todos os corpos mediadores do espírito, em especial o complexo físico, etérico e astral.
Rogamos ao Pai que estejais todos vós imbuídos de um único ideal, crístico, e que o conhecimento seja a mola propulsora do discernimento dos homens, fazendo com que cada individualidade em evolução encontre seu caminho, mas que tenhais interiorizado que no Cosmo infinito muitos são os trajetos que levam a um mesmo destino. Incompreensões, quando existem entre vós, não refletem o que verdadeiramente ocorre na Espiritualidade, e sim a vossa estreita percepção das realidades vibratórias que vos cercam, decorrência da limitação consciencial que o corpo físico impõe ao espírito em eterno aprendizado e aperfeiçoamento. No mais das vezes, obnubilam a sensatez sobre o que seja a pura caridade cristã, chegando vós ao ponto de distinguir um espírito do outro, baseando-se em valores terrenos excludentes, deterministas, preconceituosos e transitórios.
Da maneira que julgardes sereis julgados, é da Lei que rege os movimentos ascensionais do espírito eterno, e conforme medirdes igualmente vos medirão. A consciência da Nova Era impõe a convivência harmoniosa entre todos, o que inevitavelmente acontecerá neste milênio que está no seu início, e podereis constatar no futuro próximo, pois sois imortal assim como o Pai.
Ramatís
ELEMENTAIS: duendes ou gnomos, silfos, ondinas e salamandras

SERES ELEMENTAIS
    1 - Nota do Autor: "Chama Crística" - Editora do Conhecimento, 1ª edição

            2 - Nota do Autor: É como se uma pessoa, ao ser levantado o seu mapa astrológico natal, verificasse que tem carência de um ou mais dos quatro elementos na sua constituição psíquica. Um bom astrólogo recomendaria, para o equilíbrio, que se aproximasse ou manipulasse as expressões físicas do elemento faltante.
Exemplo: se alguém tivesse pouca ou nenhuma "terra" (tendo dificuldade de lidar com as coisas práticas, com o corpo físico, com o mundo material etc.) poderia cuidar de plantas, mexer na terra, andar descalço nela, trabalhar com argila, plantar...

            3 - Nota de Ramatís: Deveis distinguir as oferendas ligadas com a magia da natureza, comuns na Umbanda, dos despachos de encruzilhadas, que alimentam o submundo do Astral Inferior, em processo simbiótico vampirizador de larga escala na crosta planetária, fruto dos interesses mundanos de médiuns macumbeiros que a tudo resolvem para seus consulentes, movidos pelo vil metal. A Umbanda respeita o livre-arbítrio, o merecimento individual, e não faz rituais de sangue e sob hipótese alguma sacrifícios animais. A verdadeira Umbanda, com suas falanges benfeitoras, não requer fluidos ectoplásmicos emanados do sangue derramado, e a sua magia se liga ao amor e às Leis de Causalidade que regem os movimentos ascensionais. Esses despachos não têm nenhuma ligação com a Umbanda Sagrada.

Livro: SAMADHI, Norberto Peixoto, Ramatis




69- KIUMBA NÃO É EXU. ESCLARECIMENTOS.


Quiumbas (ou kiumbas) são seres desencarnados que apresentam um grau de evolução muito rudimentar.
Podem ter sido encarnados que tiveram uma vida de violência, tortura e maldade e, assim, quando desencarnados, ainda vibram uma energia muita baixa, que vai levar mais tempo para serem encaminhados para o Bem. Muitos atrapalham a vida dos encarnados e, quando confrontados, ainda mentem dizendo que são Exus, Pombagiras, etc. A verdade é que não são, mas querem nos confundir.
Existem casos de médiuns desavisados, não doutrinados, ignorantes e não evangelizados, que abrem as portas da sua mediunidade para a atuação de quiumbas, verdadeiros marginais do baixo astral, que tudo farão para ridicularizar não só o médium, como o terreiro, bem como a Umbanda. Em muitas incorporações onde a entidade espiritual ora se faz presente como Guia Espiritual e ora como Guardião, ou é a presença do animismo do médium (arquétipo) ou é a presença de um quiumba.
O quiumba nada mais é do que o marginal do baixo astral, e também é considerado um tipo de obsessor. Espíritos endurecidos e maldosos, que fazem o mal pelo simples prazer de fazer, e tudo o que é da luz e o que é do bem querem a todo custo destruir.
Esses espíritos, “quiumbas”, vivem onde conhecemos por “Umbral” onde não há ordem de espécie alguma, onde não há governantes e é cada um por si. Muitas vezes são recrutados através de propinas, pelos magos negros para que atuem em algum desafeto.Na Umbanda existe uma corrente de luz, denominada de Boiadeiros que são especializados em desobsessão, na caça e captura desses marginais (os quiumbas os temem muito), e os trazem até nós para que através da mediunidade redentora possam ser “tratados”, ou seja, terem seu corpo energético negativo paralisado através da incorporação e serem levados para as celas prisionais das Confrarias de Umbanda, onde serão devidamente esgotados em seus mentais e futuramente se transformarão em um sofredor, e ai sim estarão prontos a serem encaminhados aos Postos de Socorros Espirituais mais avançados, pois já se libertaram através do sofrimento, de toda a maldade adquirida.O processo que devemos realizar para evitar os nossos irmãos “quiumbas” é o mesmo da obsessão, mas, o processo para “tratá-los” é peculiar à Umbanda e cada caso é analisado particularmente pelos Guias Espirituais que utilizam diversas formas (que conhecemos como arsenal da Umbanda) para desestruturar as manifestações deletérias negativas desses nossos irmãos!
mulher obsediada por espíritos inferiores
Fonte: página facebookPérolas da Macumba

EXU: SÃO GUARDIÕES DE LUZ QUE TRABALHAM NA CARIDADE E JAMAIS PRATICAM O MAL. AGEM DENTRO DA LEI DIVINA. Ver o artigo sobre Exu neste Blog.

terça-feira, 14 de abril de 2015

68- POR QUE PEDIMOS SILÊNCIO NO TERREIRO ?



 
          Atente para o que você fala. Boas palavras são as que edificam, elevam e agradam. Más palavras são as que destroem, rebaixam e machucam. O que sai da boca é força criadora.
         Provindos de Deus, os orixás são os grandes criadores, e se expressam pelo som. A palavra é, portanto, um dos meios de manifestação do Divino na Terra, e quando proferida passa a produzir efeitos; não há como fazê-la retornar. Por isso, ao adentrar um terreiro de umbanda, pense antes de falar.
         Pense novamente e evite excessos, pois muito antes de sua chegada os falangeiros dos orixás já estão organizando, em nível astral, todo o aparato necessário para providenciar o socorro e a cura dos espíritos doentes e sofredores. Os meios necessários para a defesa desse "hospital de almas" são ativados com a finalidade de conter os ataques trevosos que a casa irá receber antes, durante e depois da sessão. Portanto, não seja o porta-voz das sombras, trazendo desarmonia para o ambiente. Facilite o trabalho, não julgando nada, não emitindo opinião, ou melhor, adotando uma postura de imparcialidade diante do momento existencial e da dor de cada um.
         Como você não sabe de seu passado, então deve vigiar os seus pensamentos e as suas palavras. Deve regrar-se pela verdade e pela sensatez; regular o tom de voz, falando mais baixo, e ser delicado com as pessoas.
         E ao Médium trabalhador, é seu dever transmitir paz, certeza, carinho e alegria aos que chegam. Tudo o que você fala precisa ser digno de ser ouvido por nós do "lado de cá", singelos obreiros dos orixás.
         Lembre-se sempre disso e fale aos outros como se estivesse falando direto a Deus ao pisar num terreiro de umbanda.

Exu Tiriri
 (Umbanda Pé no Chão, Ramatis Norberto Peixoto)

 


67- MALEDICÊNCIA. OS MALES DA FOFOCA NO TERREIRO





As casas de Umbanda estão sempre com suas portas abertas a todos, se motivando pela caridade no ajudar ao próximo e na educação moral e espiritual do ser humano.
           O “código moral umbandista” se baseia no respeito às diferenças, no respeito a todas as crenças, e a todas as formas de praticar a religião de Umbanda que existem no mundo. Sem preconceito, a Umbanda acolhe a todos e a todos tem uma palavra de força, de fé de conforto. Porém, os terreiros não são perfeitos, pois o material de trabalho dos Guias e Orixás somos nós, seres humanos que têm defeitos, manias, maus hábitos, defeitos morais e espirituais que os Guias têm de conviver, e, aos poucos, quando a matéria permite modificações, eles as fazem de bom grado, mas sabendo que nem tudo é passível de mudança. Só tempo é com muita paciência e boa vontade (com uma dose de determinação e aceitação do médium) é que as mudanças podem ocorrer (Umbanda não faz milagres, muito menos, os Guias e Orixás).
Um dos piores defeitos morais coletivos que pode existir dentro de um terreiro é a “fofoca”, e, com ela, as intrigas. Se existem fofocas isso demonstra que também existe inveja, ciúmes, vaidades, soberba... Ou seja, uma série de maus modos que têm como termômetro a fofoca.

             Normalmente o “médium fofoqueiro” não faz essa prática por mal. Ele a faz por um vício que traz de casa, do convívio familiar e que não foi corrigido em tenra idade, e que acaba se tornando um vício que persegue a pessoa dentro da própria família, em suas relações pessoais, no trabalho e, infelizmente, dentro de uma casa espiritual (não só nos terreiros de Umbanda, mas nas casas espirituais em geral: Igrejas, Centros Kardecistas, Terreiros de Candomblé, etc.).
             O “médium fofoqueiro”, muitas vezes, não tem idéia do mal que acaba fazendo, pois se torna compulsivo e involuntário nas palavras (a língua acaba sendo mais rápida do que o pensamento racional e moral). Com isso acaba gerando desconforto dentro do ambiente do terreiro, pois finda no jogo cruel e imoral do “jogar uma pessoa” contra as outra, ou outras; amigos contra amigos, irmãos contra irmãos; Pai/Mãe de Santo contra o ou os filhos; os filhos contra o Pai/Mãe de Santo. Ou seja, gera um caos, onde o “médium fofoqueiro” fica olhando e se divertindo com tudo aquilo, sem dar conta do estrago que está fazendo.
 

Porém, como lidar para que as coisas não cheguem a um ponto extremo de ter que expulsar um “médium fofoqueiro” de um Terreiro?

Inicialmente as queixas devem ser levadas ao Guia chefe da casa e/ou ao Sacerdote de comando do Terreiro, para que ele possa avaliar essas queixas. Caso as mesmas sejam pertinentes, o “médium fofoqueiro” deve ser chamado, tendo em vista que a pessoa não faz essa prática por ser ruim, mas porque tem problemas diversos (baixa estima; ciúmes inexplicáveis; é muito possessiva e não aceita dividir ou ter perdas; problemas de relacionamento em casa: marido, pais ou filhos; é uma pessoa, muitas vezes, amarga com a vida e com as pessoas em volta dela, frustrada nos relacionamentos pessoais, nos relacionamentos familiares, no trabalho ou com sua própria aparência, etc.). Assim deve-se ter muito tato para conversar com o médium para que ele não se sinta perseguido ou constrangido (Normalmente o “médium fofoqueiro” é uma pessoa que se sente perseguida diante de qualquer problema, principalmente dentro daqueles que ela tenha provocado – isso é uma forma de autoproteção ou fuga do problema... No todo a conversa deve ser franca é concentrada no problema colocado e se a pessoa tem idéia do que fez, buscando-se sempre os motivos (coerentes ou não).
               O “médium fofoqueiro” deve entender que aquele tipo de prática não pode existir dentro do terreiro, ficando claro que punições são cabíveis a esse tipo de prática, podendo chegar à expulsão. Deve ser sempre monitorado até que os problemas sejam sanados, e o bem estar volte à comunidade como um todo.
              O trabalho espiritual é constante e não adianta acreditar que as coisas irão se resolver sozinhas ou pelo Astral Superior. Esse é um pensamento muito comodista, pois as coisas dos homens, em geral, são resolvidas pelos próprios homens ou com apoio e intervenção da espiritualidade através dos Guias. Se as coisas são deixadas de lado por medos vários, elas tendem a crescer a um ponto do insuportável, onde acabamos tomando medidas ou posicionamentos extremos, onde poderíamos ter uma ação mais preventiva ou pró-ativa para evitar ou sanar os problemas.
Trecho retirado: Terreiro de Umbanda Xangô
https://www.facebook.com/terreiroxango/posts/360434390737371?fref=nf&pnref=story
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RELATO de um caso ditado pelo Sr. Caboclo Sete Estrelas: 


                     Em um determinado dia que não sei precisar fui convidado por um amigo espiritual a visitar, um templo de umbanda. Fui então volitando com a entidade amiga até descermos em direção ao portão de entrada do terreiro.
                   Lá adentrando e passado alguns segundos eu pude ver e, o que eu vi, me fez pensar que estava participando de algum filme de terror: as paredes do terreiro estavam todas recobertas por uma espécie de gosma marrom-enegrecida por onde rastejavam alguns tipos de larvas e vermes, flutuando por todo o terreiro havia uma fumaça preta e tênue.... também havia um cheiro terrível de enxofre.




O caboclo assim disse: Você sabe que a luz afasta as trevas, certo? — Certo. — Mas você já viu isto alguma vez? — Não. — Então apenas observe. Quando a entidade disse isto eu comecei a ver e o que eu vi e ouvi é quase indescritível: passei a escutar intensos e incontáveis assobios e bater de palmas ritmadas como se houvessem dezenas de pares de mãos invisíveis aos meus olhos, instantes depois eu comecei a sentir um forte odor de terra como se estivesse dentro de uma mata, notei então que na região central do terreiro eu passei a ver um tipo de portal na coloração laranja com a forma de um circulo abrindo lentamente e de maneira centrifuga, do interior deste portal saiam pequenos e incontáveis seres de fogo que retiraram toda a gosma da parede e que atraíram toda a fumaça para dentro do portal, após tudo isto, da mesma forma que vieram, estes seres se foram e portal fechou-se imediatamente.
Salamandras, elementais do fogo
               A primeira dúvida que surgiu a minha mente foi: que gosma nojenta é esta pelas paredes?
Caboclo: então, neste terreiro onde estamos, que sei lhe é particular, estão relaxando com a profilaxia contra algumas doenças da alma. — Doenças da alma? — É companheiro, enfermidades morais.
Então o senhor está querendo dizer para mim que os médiuns da casa, ou seja, aqueles que deveriam auxiliar as entidades espirituais na prática da caridade contra doenças morais, são os mesmos que as estão transmitindo? — E qual seria ela: o orgulho, o egoísmo, a avareza?
 Caboclo — Não companheiro, a mais terrível destas moléstias é aquela que se propaga mais facilmente e, assim, adoece aos médiuns com mais rapidez e profundidade: a fofoca. E esse é um dos males que faz que com um terreiro feche as portas.

— Mas e o Sr. Preto-velho dirigente desta casa? Por acaso ele não sabe que estão lhe passando informações que são um monte de calúnias e fofocas, sejam elas propositais ou não?
Caboclo: - Somente Deus é onisciente e, portanto, somente Ele sabe de todas as coisas.
        - A fofoca, a maledicência, as formas-pensamento presentes na psicosfera dos médiuns, entre outros, podem enlamear e derrubar todo e qualquer terreiro.
          Mas se a fofoca faz com que esta casa de caridade fique com um aspecto espiritual tão asqueroso como presenciei isto só pode significar que esta casa de caridade está em vias de entrar em extinção?
Caboclo-  Não? — Não!!! Acontece que este terreiro não é formado apenas por “médiuns-cupins”, aqui também existem “médiuns-formigas”.
— “Médiuns-formigas”?
Caboclo — Sim. Aqueles médiuns simples, humildes que quase não são notados, médiuns pequeninos em vaidade e que procuram trabalhar em conjunto com vistas ao bem maior que é a caridade.
E eu, sensivelmente emocionado, respondi: — Acho que entendo o que o senhor quer dizer. — “Médiuns-formigas”, enfim, são aqueles que, como disse um mano meu em uma certa prece, “ estão na umbanda pela umbanda, na confiança pela razão, são também trabalhadores silenciosos cujas ferramentas chamam-se DOM e FÈ, e cujos ‘salários’ de cada noite são pagos com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra a INGRATIDÃO”.
— Enquanto aqui nesta casa de religião houver “médiuns-formigas” esta casa jamais cairá.
Em outro dia no mesmo terreiro,uma Palestra foi ministrada pelo Caboclo Sete Estrelas para os médiuns e assistência desse terreiro:
              E o Caboclo começa com uma pergunta: - qual é a arma que traz mais malefícios à humanidade?”
               E a grande maioria até mesmo respondeu que era a bomba; o fogo, arma de fogo...
 Caboclo: - A arma que traz mais malefícios ao ser humano é a própria língua dele. A língua do homem pode ser uma arma tão terrível e perigosa que Nosso Senhor Jesus Cristo disse certa vez que ‘o que mata o homem não é o que entra em sua boca, mas sim o que sai dela, ou seja, as palavras’.
           - Isso por que da mesma forma que é fácil iniciar um incêndio e difícil extingui-lo, também é bastante fácil criar uma maledicência e espalhar uma fofoca e é extremamente difícil, em uma só encarnação, apagar os efeitos nefastos que estes verdadeiros incêndios verbais causam na vida das pessoas que foram caluniadas e ofendidas...

Trecho do artigo publicado: http://pedrorangelsa.blogspot.com/2008/03/lies-sinceras-de-um-caboclo.html
Postado na pág. http://comunidadeumbanda.blogspot.com.br/2010/06/fofocas-em-terreiro.html